quinta-feira, 26 de novembro de 2015

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No ônibus, cedinho da manhã, saindo da rodoviária de São Paulo, avisto um grupo de carregadores de bagagem se divertindo imensamente com um bilboquê. Um deles era o mais habilidoso, e a cada acerto, fazia uma dancinha engraçada pra comemorar. Os carregadores de peso levando a vida leve. E sigo viagem.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

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Na Cinelândia, uma criancinha alegremente se distraía com o vôo de um saco plástico. Beleza sul-americana.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

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Saio pra passear com minha canina menina velhinha, com seus doces passos curtinhos. As pessoas passam e sorriem, perguntam pela saúde dela, e lhe desejam felicidade, que Deus lhe abençoe. Como não amar cada desconhecido que nos brinda? Deus, como não abençoar?

Foto por meu irmão Leonardo Drummond

terça-feira, 17 de novembro de 2015

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Da janela do ônibus, eu vi um jovem de headphone parando no meio da rua pra cheirar uma flor. Um respiro de amor.
(A foto é de um outono em Paris. A cena foi no Engenho Novo, primavera. Onde houver flores, há de haver esperança).

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Esperando o ônibus, uma menina segurava a irmãzinha. Com ternura, acariciava a mão gordinha. A ternura me contagiou com a doce certeza de que o amor não acabou.