diário das curtinhas de amor
Em meio ao caos do mundo, à desesperança massacrante, à dificuldade de respirar, da janela eu vi uma cena que me fez sorrir. Sim, o ser humano também é capaz de amar. E como é bonito quando isso acontece! Ah, vou teimar em amar e ser feliz nesse mundo, e ajudar a espalhar essa luz. É meu pequeno ato de amor. No plano de fundo dessa minha escolha, o amor de meu avô, seu sorriso atento. O mais humano e mais incrível e mais saudoso dos amores!
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
5
No ônibus, cedinho da manhã, saindo da rodoviária de São Paulo, avisto um grupo de carregadores de bagagem se divertindo imensamente com um bilboquê. Um deles era o mais habilidoso, e a cada acerto, fazia uma dancinha engraçada pra comemorar. Os carregadores de peso levando a vida leve. E sigo viagem.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
4
Na Cinelândia, uma criancinha alegremente se distraía com o vôo de um saco plástico. Beleza sul-americana.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
3
Saio pra passear com minha canina menina velhinha, com seus doces passos curtinhos. As pessoas passam e sorriem, perguntam pela saúde dela, e lhe desejam felicidade, que Deus lhe abençoe. Como não amar cada desconhecido que nos brinda? Deus, como não abençoar?
Foto por meu irmão Leonardo Drummond
terça-feira, 17 de novembro de 2015
2
Da janela do ônibus, eu vi um jovem de headphone parando no meio da rua pra cheirar uma flor. Um respiro de amor.
(A foto é de um outono em Paris. A cena foi no Engenho Novo, primavera. Onde houver flores, há de haver esperança).
1
Esperando o ônibus, uma menina segurava a irmãzinha. Com ternura, acariciava a mão gordinha. A ternura me contagiou com a doce certeza de que o amor não acabou.
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